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Novidades na Serenata Savassi – 3

24 out

Fala, pessoal!

Bom, hoje é segunda-feira e, como de costume, dei uma passadinha lá na Serenata da Savassi para conferir as novidades. E hoje a loja tava recheada delas. Além de novos modelos de teclados (como os Juno Di) e guitarras (muitas e muitas Gibson’s e alguns exemplares raros de Music Man como a do John Petrucci e do Albert Lee), chegaram muitas novidades no mundo dos graves. Novidades “tão novas” que nem preço tinha ainda (UPDATE: agora já tem!), rs!

A primeira delas é um clássico Music Man StingRay de 4 cordas. Um baixo maravilhoso, com um timbre impressionante.

Music Man® StingRay 4

Eu já cheguei a tocar num desses que fica na loja do Centro, mas confesso que não me surpreendi tanto quanto esse de hoje. A dobradinha StingRay + Hartke me deixou impressionado.

Esse baixo dispensa qualquer tipo de comentário. Dispensa, inclusive, um baixista razoável como eu tentando tirar um som dele, como vocês podem ver no vídeo abaixo:

É um baixo muito versátil, com um sustain absurdo e um punch que eu jamais vi igual em nenhum outro contrabaixo que já toquei na minha vida!

Headstock Music Man® StingRay 4

Corpo Music Man® StingRay 4

  • Ficha técnica
  • Modelo: Music Man® StingRay 4
  • Peso: 4,65 kg
  • Corpo: Ash
  • Braço: Birdseye ou Flame Maple
  • Escala: Rosewood
  • Acabamento: Poliester brilhante
  • Nº de casas: 21
  • Ponte: STB (string through body) Music Man® cromada.
  • Tarrachas: Schaller BM
  • Controles: Volume, balanço, agudo e grave
  • Captação: Ativa Standard Music Man® humbucking com ímãs de Alnico
  • Cordas: Ernie Ball 45-65-80-100 (Super Slinky Bass #2834)
  • Valor na Serenata Savassi (BH/MG): R$ 9.189,00

A segunda novidade é mais puxada pro Metal. Lá eu tive a oportunidade de testar o baixo que fez com que um dos meus ídolos, John Myung, deixasse a Yamaha de lado para se juntar ao lado Music Man da força: o tão falado “Bongo”.

Music Man® Bongo 5

Esse modelo de 5 cordas é pouca coisa diferente do signature do Myung, de 6 cordas. Ele possui um captador Single Coil no braço e um Humbucker na ponte (o do Myung são dois Humbuckers), e os ímãs de Neodímio na captação dão a ele leve “drive” no output. Quem conhece o som do John Myung já pôde reparar essa característica na sonoridade desse baixo.

No vídeo abaixo eu toquei um pedacinho da música Erotomania, do Dream Theater, para se ter uma idéia do som:

Como vocês podem ver e ouvir, além do drive no som ele tem uma sonoridade mais fechada, mais opaca que o StingRay. Outra vantagem dele é que ele tem 24 casas, facilitando a utilização dele em solos e outros riffs com cordas soltas, por exemplo.

O shape dele é bem “futurista”, com cortes mais retos no corpo e no headstock do instrumento, evidenciando partes mais pontiagudas e menos cantos arredondados, diferente dos outros modelos clássicos da Music Man. Inclusive, o design desse baixo foi criado em conjunto com a BMW DesignworksUSA. Isso explica muita coisa! :P

Headstock Music Man® Bongo 5

Corpo Music Man® Bongo 5

  • Ficha Técnica
  • Modelo: Music Man® Bongo 5
  • Peso: 4,2kg
  • Corpo: Basswood
  • Braço: Select Maple
  • Escala: Rosewood
  • Acabamento: Poliester brilhante
  • Nº de casas: 24
  • Ponte: Music Man® Chrome Plated
  • Tarrachas: Schaller BM
  • Controles: Preamp ativo de 4 bandas – vol, balanço de ponte/braço, agudo, médio-agudo, médio-grave, grave.
  • Captadores: Single coil + Humbucker com ímas de Neodímio
  • Obs: Possui modelo para canhoto
  • Cordas: Ernie Ball 45-65-80-100-130 (Regular Slinky Bass #2836)
  • Valor na Serenata Savassi (BH/MG): R$ 9.428,00

E falando em cortes pontiagudos, tive a oportunidade de testar um modelo bem diferente da Music Man: o Music Man Big Al, modelo baseado na guitarra signature do lendário Albert Lee.

Music Man® Big Al

Eu, particularmente, achei esse baixo com um som bem opaco, mesmo tendo a escala em Maple. Possivelmente foi porque não tive muito tempo para me familiarizar com tantos controles, botões, knobs e outros comandos.

O resultado de tantas combinações é uma versatilidade quase que infinita de sonoridades nesse baixo. São três captadores single coil com ímãs de neodímio, num corpo de mogno africano, com braço e escala em maple, ou seja, é uma miscelânea completa.

Como vocês puderam ver no vídeo, é um baixo que demanda bastante tempo para acertar as tantas combinações de timbres que você pode tirar com ele.

Ah! Vale a pena ressaltar que o corpo dele, mesmo tendo aquele pequeno cutaway na parte de baixo, costuma escorregar um pouco na perna, então não deixe de tocar utilizando uma alça! :P

Headstock Music Man® Big Al

Corpo Music Man® Big Al

  • Modelo: Music Man® Big Al
  • Peso: 4,17 kg
  • Corpo: African Mahogany
  • Braço: Select Maple
  • Escala: Maple
  • Acabamento: Poliester brilhante
  • Nº de casas: 22
  • Ponte: Music Man® Standard
  • Tarrachas: Schaller BM
  • Controles: Preamp passivo: 500kohm volume and 250kohm tone – .047µF tone capacitor / Preamp ativo: EQ de 4 bandas – 25kohm volume, treble, high-mid, low-mid, bass
  • Sistema de captação: seletor ativo/passivo, seletor series/parallel, botões seletores para os três captadores single.
  • Captadores: Single coils tríplos com ímas de Neodímio
  • Cordas: Ernie Ball 45-65-80-100 (Super Slinky Bass #2834)
  • Valor na Serenata Savassi (BH/MG): R$9.190,00

Eu confesso que me apaixonei perdidamente pelo Music Man StingRay. Entretanto, esse último modelo que vou mostrar agora me surpreendeu DEMAIS também. Se trata do Music Man Reflex. Essa série foi criada para substituir a série de aniversário de 25 anos da Music man, ou seja, haja responsa!

Music Man® Reflex

Apesar do corpo desse baixo não ser o maaaais bonito já criado, a pegada dele é excelente. A captação dele é muito próxima da do StingRay, mas eu não senti esse baixo como uma boa opção para quem gosta de slaps. Entretanto, para grooves, esse baixo me surpreendeu muito!

Ele possui um “Tone Block” de mahogany (mogno) dentro do corpo dele. Além disso, o corpo dele é de Ash, com tampo em maple. É um corpo extremamente equilibrado nos timbres, num baixo muito leve.

Desconsiderando a rachada do áudio pelo microfone do iPod, repare no timbre desse baixo. Com os botões ativo/passivo, series/parallel e o EQ de 4 bandas você consegue quase que um som de captador da ponte do Jazz Bass. Isso, sem falar no punch que um captador humbucker proporciona. É tudo questão de EQ!

Timbre encorpado e uma pegada macia mesmo usando cordas .45. Isso tudo pelo “preço sugerido” (segundo a Music Man) de R$ 11.000 e qualquer coisa. Tá em conta, vai… :P

Headstock Music Man® Reflex

Corpo Music Man® Reflex

  • Ficha Técnica
  • Modelo: Music Man® Reflex Bass
  • Peso: 4kg
  • Corpo: Ash com tampo em maple e Tone Block em mahogany
  • Braço: Select Maple
  • Escala: Rosewood
  • Acabamento: Poliester brilhante
  • Nº de casas: 22
  • Ponte: Music Man® Standard
  • Tarrachas: Custom Music Man
  • Sistema de captação: seletor ativo/passivo, seletor series/parallel.
  • Controles: Preamp passivo: 500kohm volume and 250kohm tone – .047µF tone capacitor / Preamp ativo: EQ de 4 bandas – 25kohm volume, treble, high-mid, low-mid, bass
  • Captadores: Single Humbucking em cerâmica
  • Cordas: Ernie Ball 45-65-80-100 (Super Slinky Bass #2834)
  • Valor na Serenata Savassi (BH/MG): R$ 10.531,00

E isso conclui o post de hoje! Para aqueles que moram em Belo Horizonte e RMBH, aconselho a dar uma passadinha lá na loja e dar uma conferida nesses baixos. É uma das raras oportunidades que temos de ver e tocar em grandes máquinas como essas. Espero que novidades como essas se repitam mais vezes por aqui.

Sessão dos Music Man®, no segundo andar da Serenata Savassi.

Ah! Em tempo: quando saírem os valores desses contrabaixos lá na Serenata, eu atualizo o post!

Até a próxima, galera! :)

— UPDATE —

Para você que tem dinheiro pra caralho e quer pagar metade do valor de um carro num baixo só por causa da marca, em vez de mandar um Luthier fazer um personalizado para você preza pela qualidade extrema de som e num acabamento impecável, saíram os preços dos contrabaixos lá na Serenata!

Os valores são:

Music Man Sting Ray – R$ 9.189,00

Music Man Bnogo – R$ 9.428,00

Music Man Big Al – R$ 9.190,00

Music Man Reflex – R$ 10.531,00

Chega lá, troca idéia com o Müller, fala que viu o post aqui no blog que ele eu tenho certeza que ele vai fazer um agradinho bacana pra você! :P

Até mais, pessoal!

Debulhando o novo CD do Dream Theater

2 set thumb

Faaala, pessoal!
Bom, como  muitos já devem saber, ontem vazou o novo CD do Dream Theater chamado A Dramatic Turn Of Events. De fato, um nome muito peculiar, levando em consideração que é o primeiro disco com a nova formação da banda, após a saída de Mike Portnoy em setembro de 2010. Depois de um acirrado processo de seleção, o baterista Mike Mangini (ex-Extreme, ex-Steve Vai, ex-Annihilation) é quem assume as baquetas desse novo álbum.

O disco foi produzido pelo próprio John Petrucci (guitarrista) e mixado pela lenda Andy Wallace.

Mas vamos ao que interessa né? As músicas! É claro que eu não vou colocar link para download aqui, porque não quero correr o risco do meu blog ser suspenso DE NOVO, então o link possivelmente estará nos comentários! hehehehe

Começando:

1 – On The Back Of Angels (8:43)
O bom (?) e novo Dream Theater. Muito parecida com a temática do CD anterior. Nada muito fora do padrão Dream Theater, com destaque pra passagem que fazem aos 6:57.

2- Build Me Up, Break Me Down (6:59)
Inicinho eletrônico bem estranho. Riff inicial muito parecido com o que  Korn e  Limp Bizkit fazem (sério!). Depois disso entra um pré-refrão totalmente comercial, totalmente a cara da antiga Forsaken e I Walk Beside You. Tenho certeza que eles farão uma versão “radio edit”, cortando-a próxima de 3:46, para ser o próximo single do CD!

3- Lost Not Forgoten (10:12)
Um belo solo de piano e um início épico. Tudo que uma música precisava para começar bem. Realmente, como meu amigo Zaap falou, tem um toque de Scenes From a Memory ali. Basta reparar nesse início. Totalmente The Dance Of Eternity! Fritação de teclado + guitarra e um riff pesado antes de entrar a voz. No meio da música tem umas passagens em tons maiores que dão uma leveza bem bacana antes do refrão em 5:45. Aos 6:20, a parte que eu mais esperava: A fritação do instrumental! Aos 7:25 entra o solo do Petrucci que dura 4 partes diferentes e distintas, culminando na volta do riff e a entrada do solo de Mr. Rudess. Uma volta totalmente à lá Dream Theater para se cantar o refrão, e a música termina do jeito que começa. Excelente!

4- This is The Life (6:58)
Música lentinha, com início fofinho, guitarra limpa, piano, essas coisas. Outra boa música comercial para ser lançada em rádio.

5- Bridges In The Sky (11:01)
Começa um tambor meio indígena e àos 12 segundos entra um solo (?) de um instrumento dos aborígenes Australianos chamado Didgeridoo, que mais parece um arroto! Passada a bizarrice, entra um coral lírico à lá Angra. Depois disso entra a porradaria: guitarra de 7 cordas comendo solto. Um riff bem parecido com as músicas do disco anterior do DT abre espaço para que o LaBrie comece a cantar. O pré refrão é aquele bom e velho migué em 3/4 que eles usam com frequência, quebrando um pouco do peso das estrofes. Destaque para a passagem aos 7:10, onde inicia mais um belíssimo instrumental liderado pelo teclado. Aos 8:42 temos um solo de Continuum. Na volta, o riff moldado na escala menor melódica está bem visível. Aliás, essa já é a segunda música que conta com escalas desse tipo. Seria isso uma tendência? Depois dá-lhe refrão e finalização com o mesmo riff de guitarra 7 cordas do início. E a música fecha com o mesmo Didgeridoo.

*Nota*
Já estou no meio do CD e o Mike Mangini ainda não mostrou a que veio, exceto por uma parte ou outra em que ele sobressai. O CD está totalmente dominado pela guitarra e principalmente pelo teclado. Aliás, essa é uma característica já esperada, uma vez que a maioria das músicas devem ter sido compostas na época de transição da saída do Portnoy. Segue o jogo.

6- Outcry (11:24)
Mais um início soturno, com umas baterias eletrônicas. Entra todo mundo junto aos 51 segundos, e puxa uma levada baladinha com definição em acordes maiores. Depois, bateria eletrônica e guitarra… visível a falta que um baterista faz na época de composição de um CD. Terceira música “tocável em rádio”. Por volta dos 3:10, já rola um interlúdio quebrando o clima da música e deixando-a bem maior do que ela parece ser (e olha que ela tem 11 minutos!). Aos 4:38, vooolta a escala menor melódica de novo. Dessa vez, com “solo de encantador de cobra” no continuum! hahahaha. Aos 5:28 a música começa a melhorar! 5:58 tem mais um solo de guitarra e aos 6:10 entra um riff de teclado à lá Tom e Jerry! Esse é, sem dúvida, o instrumental mais sem sentido de todo o disco! Aos 8:52, uma passagem extremamente parecida com o final do instrumental de Metropolis Pt.2 fecha o instrumental dessa música, voltando para outra parte cantada. E a música termina lenta, bem parecido com o início também. Exceto pelo início meio xôxo, essa uma música muito boa!

7- Far From Heaven (3:56)
Um belíssimo piano e voz, com toques orquestrais e harmonia impecável. Até o timbre do LaBrie casou perfeitamente com a música. Uma boa ideia utilizar essa música para contrastar com que vem a seguir.

8- Breaking All Illusions (12:26)
A música que eu estava esperando pra ouvir. Havia ouvido ela no snippet que a RoadRunner Records havia liberado e fiquei louco pra ouví-la inteira. Solo de guitarra e lead para começar. Compassos quebrados numa bateria simples e resolução da introdução naquilo que virá a ser o refrão. Para começar a cantar, todos os instrumentos fazem o “pocket”, deixando apenas bateria e baixo. Aqui vemos um legítimo Dream Theater das antigas, como em Learning To Live! Aos 3:01, o pré-refrão vem jogando a música lá pra cima com um tom maior. O instrumental da segunda parte é matador, lembrando mais a época do Scenes From a Memory. O refrão, que começa aos 4:27, é o snippet liberado pela Roadrunner Records. O pós refrão é genial: flauta + chimbal + guitarra limpa. Depois entra o instrumental numa série de compassos quebrados, piano, hammond organ e tudo que se tem direito. Depois disso tudo ainda tem um dueto de teclado e guitarra, antes de culminar numa parte mais lenta para acalmar os ânimos aos 6:05. Em 7:09 entra o solo oficial do Petrucci. Delay e uma guitarra com distorção semi limpa, se aquecendo ao longo do solo. 8:33 é o ápice do solo, terminando em 8:47, para entrar um novo riff “racha cuca” enquanto rola o solo do Rudess. Aos 10:52, volta o refrão. Aos 11:12, se aproxima o final da música onde a bateria muda completamente o andamento e torna tudo completamente inesperado, com uma harmonia diferente, mas que se encaixa perfeitamente com a parte anterior. Definitivamente a melhor de todo o CD.

9- Beneath The Surface (5:27)
A música final do disco. Começa um violão e voz, novamente com impecáveis toques orquestrados. Aos 1:11, um refrão tocado num violão 12 cordas deixa o instrumental ainda mais agradável aos ouvidos. Literalmente a frase. Aos 3:22, com uma base de violão e orquestra, entra um bom solo de lead, mas que poderia ser perfeitamente substituído por um moog ou outro timbre mais suave. Aos 4:29, LaBrie começa a cantar uma oitava acima, o que deixa a música mais melodiosa ainda. É, sem dúvida, uma música maravilhosa, que fecha o álbum com chave de ouro.

Minhas impressões sobre o disco:

De cara eu já falo: Duas músicas sem bateria e duas músicas com trechos de bateria eletrônica? Isso é que dá compor um disco sem baterista! Eu disse isso quando ouvi o single de On The Back Of Angels pela primeira vez: “posso estar errado, mas acho que o Mangini não vai mostrar serviço nesse disco!”. Dito e feito. A bateria está lá só para marcar (isso, quando tem bateria!), a guitarra e o teclado (com MUITO sample) estão dominando toda a harmonia de todas as músicas, e eu continuo dizendo: o Mangini só vai conseguir mostrar a que veio no próóóximo CD, onde ele terá um entrosamento e uma liberdade de composição maior, perante os companheiros.

O Dream Theater já foi (antigamente, na época que “menos era mais”) uma máquina de fazer sucessos do gênero Prog Metal. Hoje em dia, pra ser mais preciso, desde o Systematic Chaos, que o Dream Theater não emplacava mais de uma música que eu realmente falasse “NUH! GOSTEI!”. E esse CD realmente me surpreendeu. Das 9 faixas, posso dizer que gostei pelo menos da metade! Já é um avanço, não? Meu amigo Zaap havia dito que o CD era vários recortes de coisas antigas, e eu realmente tenho que concordar. Aliás, a melhor definição para disco, para que todos entendam é a seguinte: DEATH MAGNETIC!

Assim como o Death Magnetic do Metallica, o A Dramatic Turn Of Events é um puta CD, com músicas de alta qualidade e nível técnico, mas que tem só um pezinho no passado. Como um todo, é bem focado no que o DT vem fazendo nos últimos anos pra cá.

Levando em consideração o disco anterior, podemos ver que o Dream Theater deu um salto e evoluiu positivamente em direção a uma sonoridade “menos Avenged Sevenfold” e “mais Dream Theater”, se é que vocês me entendem! ;)

Mas que eu continuo sonhando com um disco conceitual, nos moldes do Scenes From a Memory e do Six Degrees Of Inner Turbulence, aaaah eu continuo! Um dia sai, quem sabe! :P

Um abraço, e até a próxima!

Dream Theater - A Dramatic Turn Of Events (clique para aumentar)

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