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Agenda!

25 out

Fala galera!

Devida a grande quantidade de pessoas que passaram por aqui no último post, resolvi dar um upgrade no blog, transformando-o em “site”! Pela primeira vez eu estou utilizando o blog com o novo domínio (raphagarcia.com)! :D

E pra recomeçar o blog, vou utilizá-lo, também pela primeira vez, para uma das funções a qual ele foi criado: divulgar shows e agenda das bandas que eu toco!

30/10/11 -BH Metal Fest (com a Silvercrow)

BH Metal Fest

A Silvercrow, banda da qual faço parte, está no cast deste grande festival de bandas organizado pela produtora Open The Gates. As melhores bandas de metal da cena de BH estão presentes neste cast! Excepcionalmente neste show, o ex-baixista da Silvercrow BRUNO ARANTES é quem vai tocar, pois neste dia estarei em São Paulo, no show do Aerosmith!

 

02/11/11 – Final do Concurso de J-Music

Concurso J-Music

O pessoal do Senpuu Tokusatsu Clube me convidou e é com muita satisfação que serei um dos jurados na final do Concurso de J-Music que vai premiar uma das 4 bandas concorrentes com a gravação de uma Demo com 4 faixas no Estúdio Big Band!

As bandas são muito boas então escolher a melhor delas vai ser um trampo PESADO!

  • Data: 02 de novembro (quarta-feira)
  • Horário: 14h30 às 21h
  • Local: Casa Cultural Matriz (Rua Guajajaras, 1353 – Centro – Terminal Turístico JK – Belo Horizonte)
  • Ingressos Antecipados promocionais a venda nas lojas: R$ 10,00 (limitados)
  • Ingressos na porta do evento: R$ 15,00
  • Informações: www.concursojmusic.wordpress.com

 

05/11/11 – Poser Club (com a Sweet Cats)

Poser Club

Outra banda da qual faço parte, a Sweet Cats, fará show neste evento, tendo a oportunidade de dividir os palcos mais uma vez com a Sweet Sinners,  banda muito brother nossa! Esse show vai ser bruto! :D

Então é isso aí, pessoal! Qualquer novidade, eu posto aqui para vocês!

Até mais! :)

 

 

 

 

 

Novidades na Serenata Savassi – 3

24 out

Fala, pessoal!

Bom, hoje é segunda-feira e, como de costume, dei uma passadinha lá na Serenata da Savassi para conferir as novidades. E hoje a loja tava recheada delas. Além de novos modelos de teclados (como os Juno Di) e guitarras (muitas e muitas Gibson’s e alguns exemplares raros de Music Man como a do John Petrucci e do Albert Lee), chegaram muitas novidades no mundo dos graves. Novidades “tão novas” que nem preço tinha ainda (UPDATE: agora já tem!), rs!

A primeira delas é um clássico Music Man StingRay de 4 cordas. Um baixo maravilhoso, com um timbre impressionante.

Music Man® StingRay 4

Eu já cheguei a tocar num desses que fica na loja do Centro, mas confesso que não me surpreendi tanto quanto esse de hoje. A dobradinha StingRay + Hartke me deixou impressionado.

Esse baixo dispensa qualquer tipo de comentário. Dispensa, inclusive, um baixista razoável como eu tentando tirar um som dele, como vocês podem ver no vídeo abaixo:

É um baixo muito versátil, com um sustain absurdo e um punch que eu jamais vi igual em nenhum outro contrabaixo que já toquei na minha vida!

Headstock Music Man® StingRay 4

Corpo Music Man® StingRay 4

  • Ficha técnica
  • Modelo: Music Man® StingRay 4
  • Peso: 4,65 kg
  • Corpo: Ash
  • Braço: Birdseye ou Flame Maple
  • Escala: Rosewood
  • Acabamento: Poliester brilhante
  • Nº de casas: 21
  • Ponte: STB (string through body) Music Man® cromada.
  • Tarrachas: Schaller BM
  • Controles: Volume, balanço, agudo e grave
  • Captação: Ativa Standard Music Man® humbucking com ímãs de Alnico
  • Cordas: Ernie Ball 45-65-80-100 (Super Slinky Bass #2834)
  • Valor na Serenata Savassi (BH/MG): R$ 9.189,00

A segunda novidade é mais puxada pro Metal. Lá eu tive a oportunidade de testar o baixo que fez com que um dos meus ídolos, John Myung, deixasse a Yamaha de lado para se juntar ao lado Music Man da força: o tão falado “Bongo”.

Music Man® Bongo 5

Esse modelo de 5 cordas é pouca coisa diferente do signature do Myung, de 6 cordas. Ele possui um captador Single Coil no braço e um Humbucker na ponte (o do Myung são dois Humbuckers), e os ímãs de Neodímio na captação dão a ele leve “drive” no output. Quem conhece o som do John Myung já pôde reparar essa característica na sonoridade desse baixo.

No vídeo abaixo eu toquei um pedacinho da música Erotomania, do Dream Theater, para se ter uma idéia do som:

Como vocês podem ver e ouvir, além do drive no som ele tem uma sonoridade mais fechada, mais opaca que o StingRay. Outra vantagem dele é que ele tem 24 casas, facilitando a utilização dele em solos e outros riffs com cordas soltas, por exemplo.

O shape dele é bem “futurista”, com cortes mais retos no corpo e no headstock do instrumento, evidenciando partes mais pontiagudas e menos cantos arredondados, diferente dos outros modelos clássicos da Music Man. Inclusive, o design desse baixo foi criado em conjunto com a BMW DesignworksUSA. Isso explica muita coisa! :P

Headstock Music Man® Bongo 5

Corpo Music Man® Bongo 5

  • Ficha Técnica
  • Modelo: Music Man® Bongo 5
  • Peso: 4,2kg
  • Corpo: Basswood
  • Braço: Select Maple
  • Escala: Rosewood
  • Acabamento: Poliester brilhante
  • Nº de casas: 24
  • Ponte: Music Man® Chrome Plated
  • Tarrachas: Schaller BM
  • Controles: Preamp ativo de 4 bandas – vol, balanço de ponte/braço, agudo, médio-agudo, médio-grave, grave.
  • Captadores: Single coil + Humbucker com ímas de Neodímio
  • Obs: Possui modelo para canhoto
  • Cordas: Ernie Ball 45-65-80-100-130 (Regular Slinky Bass #2836)
  • Valor na Serenata Savassi (BH/MG): R$ 9.428,00

E falando em cortes pontiagudos, tive a oportunidade de testar um modelo bem diferente da Music Man: o Music Man Big Al, modelo baseado na guitarra signature do lendário Albert Lee.

Music Man® Big Al

Eu, particularmente, achei esse baixo com um som bem opaco, mesmo tendo a escala em Maple. Possivelmente foi porque não tive muito tempo para me familiarizar com tantos controles, botões, knobs e outros comandos.

O resultado de tantas combinações é uma versatilidade quase que infinita de sonoridades nesse baixo. São três captadores single coil com ímãs de neodímio, num corpo de mogno africano, com braço e escala em maple, ou seja, é uma miscelânea completa.

Como vocês puderam ver no vídeo, é um baixo que demanda bastante tempo para acertar as tantas combinações de timbres que você pode tirar com ele.

Ah! Vale a pena ressaltar que o corpo dele, mesmo tendo aquele pequeno cutaway na parte de baixo, costuma escorregar um pouco na perna, então não deixe de tocar utilizando uma alça! :P

Headstock Music Man® Big Al

Corpo Music Man® Big Al

  • Modelo: Music Man® Big Al
  • Peso: 4,17 kg
  • Corpo: African Mahogany
  • Braço: Select Maple
  • Escala: Maple
  • Acabamento: Poliester brilhante
  • Nº de casas: 22
  • Ponte: Music Man® Standard
  • Tarrachas: Schaller BM
  • Controles: Preamp passivo: 500kohm volume and 250kohm tone – .047µF tone capacitor / Preamp ativo: EQ de 4 bandas – 25kohm volume, treble, high-mid, low-mid, bass
  • Sistema de captação: seletor ativo/passivo, seletor series/parallel, botões seletores para os três captadores single.
  • Captadores: Single coils tríplos com ímas de Neodímio
  • Cordas: Ernie Ball 45-65-80-100 (Super Slinky Bass #2834)
  • Valor na Serenata Savassi (BH/MG): R$9.190,00

Eu confesso que me apaixonei perdidamente pelo Music Man StingRay. Entretanto, esse último modelo que vou mostrar agora me surpreendeu DEMAIS também. Se trata do Music Man Reflex. Essa série foi criada para substituir a série de aniversário de 25 anos da Music man, ou seja, haja responsa!

Music Man® Reflex

Apesar do corpo desse baixo não ser o maaaais bonito já criado, a pegada dele é excelente. A captação dele é muito próxima da do StingRay, mas eu não senti esse baixo como uma boa opção para quem gosta de slaps. Entretanto, para grooves, esse baixo me surpreendeu muito!

Ele possui um “Tone Block” de mahogany (mogno) dentro do corpo dele. Além disso, o corpo dele é de Ash, com tampo em maple. É um corpo extremamente equilibrado nos timbres, num baixo muito leve.

Desconsiderando a rachada do áudio pelo microfone do iPod, repare no timbre desse baixo. Com os botões ativo/passivo, series/parallel e o EQ de 4 bandas você consegue quase que um som de captador da ponte do Jazz Bass. Isso, sem falar no punch que um captador humbucker proporciona. É tudo questão de EQ!

Timbre encorpado e uma pegada macia mesmo usando cordas .45. Isso tudo pelo “preço sugerido” (segundo a Music Man) de R$ 11.000 e qualquer coisa. Tá em conta, vai… :P

Headstock Music Man® Reflex

Corpo Music Man® Reflex

  • Ficha Técnica
  • Modelo: Music Man® Reflex Bass
  • Peso: 4kg
  • Corpo: Ash com tampo em maple e Tone Block em mahogany
  • Braço: Select Maple
  • Escala: Rosewood
  • Acabamento: Poliester brilhante
  • Nº de casas: 22
  • Ponte: Music Man® Standard
  • Tarrachas: Custom Music Man
  • Sistema de captação: seletor ativo/passivo, seletor series/parallel.
  • Controles: Preamp passivo: 500kohm volume and 250kohm tone – .047µF tone capacitor / Preamp ativo: EQ de 4 bandas – 25kohm volume, treble, high-mid, low-mid, bass
  • Captadores: Single Humbucking em cerâmica
  • Cordas: Ernie Ball 45-65-80-100 (Super Slinky Bass #2834)
  • Valor na Serenata Savassi (BH/MG): R$ 10.531,00

E isso conclui o post de hoje! Para aqueles que moram em Belo Horizonte e RMBH, aconselho a dar uma passadinha lá na loja e dar uma conferida nesses baixos. É uma das raras oportunidades que temos de ver e tocar em grandes máquinas como essas. Espero que novidades como essas se repitam mais vezes por aqui.

Sessão dos Music Man®, no segundo andar da Serenata Savassi.

Ah! Em tempo: quando saírem os valores desses contrabaixos lá na Serenata, eu atualizo o post!

Até a próxima, galera! :)

— UPDATE —

Para você que tem dinheiro pra caralho e quer pagar metade do valor de um carro num baixo só por causa da marca, em vez de mandar um Luthier fazer um personalizado para você preza pela qualidade extrema de som e num acabamento impecável, saíram os preços dos contrabaixos lá na Serenata!

Os valores são:

Music Man Sting Ray – R$ 9.189,00

Music Man Bnogo – R$ 9.428,00

Music Man Big Al – R$ 9.190,00

Music Man Reflex – R$ 10.531,00

Chega lá, troca idéia com o Müller, fala que viu o post aqui no blog que ele eu tenho certeza que ele vai fazer um agradinho bacana pra você! :P

Até mais, pessoal!

Resumo – IB&T Bass Festival Belo Horizonte 2011

12 set

Aconteceu nos últimos dias 8, 9 e 10 de setembro a segunda edição do IB&T Bass Festival em Belo Horizonte. Um evento sem precedentes na capital mineira, onde as portas do Evviva La Festa foram abertas para alguns dos melhores contrabaixistas do Brasil.

Alberto Magno (MG), em formato trio, abriu a primeira noite do festival com algumas músicas “lado B” de uma galera da boa como Richard Bona, Pat Metheny e outros. Marcelo Soares (SP), também com seu trio, veio para apresentar músicas do seu novo disco Condução Sonora.

A terceira atração da primeira noite ficou por conta de Adriano Campagnani (MG), e seu incrível trabalho ao lado de Augusto Rennó e Hugo Soares, apresentando músicas do seu recente trabalho chamado Galápagos.

Para fechar a primeira noite, Bráulio Araujo (PE), que já tocou com grandes nomes da música como Alceu Valença e Elba Ramalho, veio trazer a sonoridade do nordeste para BH, apresentando o Frevo de Maestro Spok, além do belo tema “Ilha”, homônimo de seu novo álbum.

Adriano Campagnani (foto: Frank Bitencourt)

A noite do segundo dia foi da pesada. Começou com Sandro Duarte (MG) abrindo os shows com seu quarteto e músicas de seu futuro disco, que será gravado em breve. Após ele, Beto Lopes (MG) chega com seu fretless destilando belos fraseados e temas juntamente com seu trio.

Após Beto Lopes, sobem ao palco João Souza e Michael Pipoquinha (SP). Este último, destaque no quadro “De Olho Nele” do Domingão do Faustão. A dupla, acompanhada de mais um baterista, fez muito bonito no palco, mostrando um belo entrosamento adquirido ao longo de aproximadamente 6 meses tocando juntos. Destaque para a desenvoltura de Michael Pipoquinha ao lidar com o público. Mesmo com apenas 16 anos de idade, o garoto já se mostra um músico profissional.

A atração seguinte quebrou tudo. Ney Neto (SP) veio com o baterista Dino Verdade e o guitarrista Dney Bitencourt. Além de mostrar muita virtuosidade nos pizzicatos e nos slaps, Ney também soube cativar toda a platéia com sua presença de palco. Destaques para os solos de bateria de Dino Verdade e para as duas últimas músicas tocadas por Ney e sua banda: uma foi um tema composto por Miquéias Santana, que morreu em um acidente em um mergulho no início de 2010. A segunda música é um destaque por conta da dobradinha entre Ney Neto e o mestre Celso Pixinga tocando juntos, relembrando os tempos do Two Four. Quem viu, viu.

Fechando a segunda noite, Thiago Espírito Santo (SP) sobe ao palco. Sem dúvidas é um músico que dispensa qualquer apresentação. Tocando temas de sua própria autoria, Thiago mostrou porque é conhecido e reconhecido nos Estados Unidos como um dos melhores baixistas de Jazz da atualidade. Eu, particularmente, prefiro chamá-lo de “o novo Jaco Pastorius”. Show impecável. Valeu cada centavo.

Thiago Espírito Santo (foto: Frank Bitencourt)

No terceiro dia, Pablo Juan (MG) abriu a noite com seu quarteto. Destaque para a difícil versão de “Norwegian Wood”, de Victor Wooten, que Pablo executou brilhantemente bem. Após ele, veio a apresentação de Filipe Marks (MG), produtor local do evento e grande músico. Tocando algumas músicas de seu projeto “Sonicboom” com o baterista João De Paula e outras músicas solo, sua apresentação teve destaque na versão que ele fez de “Human Nature”, de Michael Jackson.

E falando em música solo, Henrique Fontoura (RS) subiu ao palco para mostrar suas composições muito bem elaboradas em um baixo de 6 cordas. São canções bem melodiosas, com um ponto interessante que é o capotraste na 4ª casa das 5 primeiras cordas.

Após o Henrique, subiu ao palco o baixista divinopolitano Vagner Faria (MG). Com versões exclusivas para baixo solo, de músicas criadas para seu CD “Além do Olhar”, Vagner empolgou toda a platéia e mostrou a que veio. Destaque para a execução da música “U Can’t Hold No Groove”, de Victor Wooten, que Vagner emendou em uma das suas músicas.

A noite ainda estava terminando, mas a apresentação de Ronaldo Lobo levantou a galera. Com clássicos como o “Prelúdio em G” de Bach e “Wave” de Tom Jobim, Ronaldo Lobo apresentou, na prática, vários conceitos que ele havia ensinado em sua masterclass especial, realizada na Minueto Centro Musical, no mesmo dia. à tarde.

Aliás, falando em masterclass e aprendizados em geral, acredito que todo baixista que se preza já deve ter assistido pelo menos a uma vídeo-aula de slap, da última atração do festival. O nome dele é ninguém menos que CELSO PIXINGA (SP).

Utilizando seu Condor signature, seu captador hexafônico GK-3B da Roland e seu Loop Station da Boss, Pixinga deu um show à parte, mostrando o motivo de ser tão respeito e de não ser chamado de “mestre” à toa. Levadas de slap ultra rápidas e precisas. Feeling e técnicas precisas. Um show para fechar a noite, e todo o festival, com chave de ouro.

Celso Pixinga (foto: Rapha Garcia)

Minhas impressões pessoais:

O baixista é, definitivamente, um músico diferenciado. Além de saber ouvir a todos os instrumentos por conseqüência de sua função dentro de uma banda, ele sabe respeitar a hora de aparecer e a hora de deixar os outros aparecerem. O contrabaixo é um instrumento ímpar! É impressionante o quanto é agradável aos ouvidos as melodias e fraseados apresentados pelos grandes músicos que fizeram parte desse festival.

Com todo o respeito aos guitarristas, bateristas, tecladistas e todos os músicos de outros instrumentos, mas se o contrabaixo não fosse um instrumento tão agregador e a raça dos contrabaixistas não fosse tão tranquila de lidar, provavelmente esse festival não seria o sucesso que é, em todo o Brasil, desde 2006.

Alheio a isso, fiquei deveras impressionado com a humildade dos grandes músicos que vieram se apresentar. Músicos que tinham todas as condições para serem os mais “estrelas” do festival são, na verdade, um poço sem fim de humildade e gentileza. Estou falando de músicos do calibre de Thiago Espírito Santo, Ney Neto, Celso Pixinga, Ronaldo Lobo e tantos outros que vieram de fora de BH e trataram todo o público e a equipe de produção com tanto carinho e atenção.

O único ponto negativo que tenho a comentar é a falta de público. Com a média de 50 pessoas por dia (quando a produção esperava 80), vimos um contingente muito baixo, em relação ao nível das atrações que estavam se apresentando. Isso, sem contar na quantidade de gente que disse que ia aparecer no festival mas não foi, nas pessoas que ganharam ingressos em promoções e sequer procuraram para retirar os ingressos, sabe-se lá o porque… enfim… acontece.

Talvez, nos próximos anos, o festival tenha o reconhecimento que merece, tanto do público, da mídia, e de possíveis apoiadores e patrocinadores, que sequer se dignaram a querer saber um pouco mais, pensando que o festival seria apenas uma loucura de um cara que resolveu comprar essa ideia, tomar a frente e fazer acontecer isso a qualquer custo.

Em 2012 o festival promete ser ainda melhor, com mais atrações pesadas, e se tornando também, cada vez mais, uma vitrine para a apresentação de novos talentos. Parafraseando aquela campanha publicitária da Topper, posso dizer o seguinte: “IB&T Bass Festival. Isso ainda vai ser grande em Belo Horizonte.”

Se você foi ao festival neste ano, fica aqui o nosso MUITO OBRIGADO em nome de toda a equipe de produção, da qual eu faço parte. Se você não foi, eu sinto muito lhe dizer, mas você perdeu a chance de assistir o maior festival de contrabaixo do Brasil, com alguns dos melhores contrabaixistas do mundo. Aliás, bem feito! Isso é para você aprender a não perder o festival em 2012!

Equipe de produção (local e nacional) do IB&T Bass Festival, e mais alguns agregados, rs.

Se quiser conhecer mais sobre o festival, acesse os links abaixo:

http://facebook.com/FestivalBaixoMG
http://twitter.com/IBTBassFest_MG
http://ibtbassfestmg.wordpress.com
 

 

Um abraço e até a próxima! ;)

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